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Um Pouco de Humor para variar...

 Postado por: Jorge Luis. Avaliado e Aprovado por: Anthony Souza.

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Crônica de 2011



Durante o corrente ano que se encaminha ao seu final, em especial esse último semestre, eu pude obter bastante conhecimento com todos que estiveram à minha volta no ambiente universitário da UFCG.


Aprendi que cursos errados podem acarretar um acerto sem precedentes, que mudar drasticamente o rumo na faculdade é normal e abre a visão de mundo, que educomunicação é uma área de atuação encantadora e vasta e não obriga a formar educadores, mas mediadores entre a educação e as mídias.

Aprendi a ressignificar conceitos vendo as mídias com olhar mais crítico, a pensar, sentir e agir, a pensar, agir e refletir sobre, aprendi que uma ação não vale de nada sem uma reflexão sobre a mesma seguida de uma reaprendizagem, que o ambiente escolar necessita da ajuda de educomunicadores agindo com o empenho.

Aprendi que a comunicação é um processo sistêmico no qual as pessoas interagem com símbolos e por meio deles para formar significado, que a relação eloquente dos elementos de um meio interfere nos mesmos e que há uma gama de possibilidades em um futuro de emprego a quem segue este bacharelado.

Aprendi que, olhos bem treinados e até cansados de visualizar uma atividade aparentemente perfeita podem se enganar facilmente, que a perfeição não se alcança sem o mínimo de esforço mental, muito suor, paciência, vontade de aprender e tempo de chegar mais longe, isso sem contar uma boa dose de criatividade.

Aprendi também que normas e regras são exaustivas, mas eficazes na boa comunicação verbal, que acima de tudo diferenças de ideologias e de visões de mundo podem ser superadas em busca de uma relação de ensino-aprendizagem harmônica e que docentes, mesmo cansados, são capazes de ensinar como nunca.

Aprendi ainda que filósofos e seus textos extensos e deveras complexos em sua plenitude póstuma podem causar muita dor de cabeça, no entanto ensinam tanto quanto a Beleza (seja esta advinda da arte ou do absolutismo ideológico) e que as artes do corpo são fascinantes.

Contudo, aprendi que pessoas com bagagens extensas (ou nem tanto) e modos totalmente distintos de (con)viver em grupo postas numa sala formam turmas magníficas e com uma comunicação mutante na construção de ideias, que discussões ajudam a abrir caminhos para o melhor entendimento do grupo.

Aprendi que palavras podem machucar quando pronunciadas ou colocadas em redes sociais e que ações impensadas geram reações inimagináveis, porém sempre haverá uma chance de arrependimento e de perdão.

Aprendi que textos compridos também geram aprendizado, amigas e amigos com pensamentos doidos tornam-se irmãos, o diurno é uma versão do noturno, um blog tem várias funções, docentes ajudam mais do que se imagina e, mesmo pessoas perceptivelmente simples, surpreendem quando tomam voz.

Por fim, aprendi a aprender, porém não aprendi a viver; pois essa parte não termina jamais e sempre está em constante movimento.

Postado por: Anthony Souza. Avaliado e Aprovado por: Jorge Luis.

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Feliz dia das Crianças!

Bem pessoal, ontem foi dia 12 de Outubro e, como vocês sabem, foi o Dia das Crianças! *--*
Desde sábado passado, eu e o Anthony estamos trazendo algumas lembranças para todos. E hoje não vai ser diferente, não é verdade? Afinal, ontem foi o dia em que mais nostalgiamos um pouco sobre nossa bela infância.

Quem não se lembra do bom e velho Disney Cruj? 


















E seus incríveis desenhos? A Turma do Pateta era um deles.


E desse policial desenho? Quem lembra? (Por que você, por que você, ainda lembro da abertura)


E esse carinha aqui? (BUBAAAAA!)


Esse é para ir bem no fundo, quem lembra dos Super-Patos?


E para ir mais fundo ainda, quem lembra dessa TURMA DO BARULHO?


Quem nunca riu com as palhaçadas de Tico e Teco?


E o Tio Donald e seus sobrinhos pré-adolescentes?


Esse é no fundo do baú, quem lembra desses samurais?


Ou então esse pessoal aqui?



Quem nunca se divertiu com esses ursinhos aqui?


E quem não vibrou com o encontro do século?



Pequenas coisas, que nunca saem de nossa mente, por mais apagadas que elas estejam...

A todos vocês, um FELIZ DIA DAS CRIANÇAS (mesmo que atrasado)! Mesmo todos nós não sendo mais crianças, mas ainda temos o espírito infantil dentro de nós e não devemos deixar esse espírito sumir...

Postado por: Jorge Luis. Avaliado e Aprovado por: Anthony Souza.

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Nossa Infância (2)

Quem lembra? Eliana e Melocotom traziam os nossos desenhos favoritos toda manhã...



















Irmãos, filhos de Humanos, a Vaca e o Frango era a coisa mais maluca que já se viu, mas nunca esquecerei...

















Os Cavaleiros de Bronze, sempre dispostos a salvar Atena...
















O grande detetive Yusuke e seus amigos, os quais jamais esquecerei...


E Shurato? Alguém lembra dele?


E que tal essa turma e seus monstrinhos? Que muitas vezes nos ensinaram o que é um amigo? (Assim eu choro...*--*)


E mesmo depois de terem saído do Digimundo e crescido, eles continuaram os mesmos, agora com novos amigos...



Porrrrr que sim, não é resposta... TELEKID! *--*

Caça ao Pato, ao Coelho, ao Pato, ao Coelho!


Enfim... infância, não tem como esquecer... dá vontade de chorar... sniff-sniff.

Postado por: Jorge Luis. Avaliado e Aprovado por: Anthony Souza.



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Nossa Infância...

Quem não lembra…
O amigo ruivo do Jimmy Nêutron amava Lhamas.
















O Eustácio, dono do Coragem, o cão covarde, chamava ele de “cachorro idiota”.












A irmã do Dexter, Didi, adorava destruir seu laboratório.


















O Johnny Bravo tinha as melhores cantadas.












Eles moravam numa casa de toras de madeira super mara.
















O CatDog, o gato e o cachorro que eu eternamente amarei.














O Doug que tinha seu cachorro Costelinha e era apaixonado pela Paty Maionese.








Hey Arnold, e a Helga que era apaixonada por ele, mas se fazia de durona.














Kenan e Kel.. Kel com sua fascinação por refrigerante de laranja e Kenan por meninas.
 













As Meninas Super Poderosas que foram feitas de “açúcar, tempero e tudo que há de bom”.
















O “Eu sou o Máximo”, aquele desenho com o Babuíno Babão e a Doninha chamada Máximo.










O Du, Dudu e Edu, três retardados, mas eu amava.






















KND – A Turma do Bairro, ai, como eu queria ser daquele grupo.












A Dora Aventureira, nossa eterna professora de inglês.










Os Rugrats, como aqueles bebês conseguiam ser tão espertos?



















Quem aí já se escondeu dentro do Guarda-Roupas?










O Xerife e o Astronauta mais legais da história e seus amigos inseparáveis...que eu sempre vou amar...
















Tempos bons... que sempre ficarão na memória...
Vem mais por aí galera, será uma pequena matéria especial para o Dia das Crianças. =D

Postado por: Jorge Luis. Avaliado e Aprovado por: Anthony Souza.