Educomunicação pode ser Política Pública em 10 anos
Pesquisador da interface entre comunicação e educação desde os anos
1970, o professor Ismar de Oliveira Soares se configura como um dos
principais nomes a serem estudados quando se trata de educomunicação.
Para além da teoria, o coordenador do Núcleo de Comunicação e Educação e
da Licenciatura em Educomunicação da ECA/USP, também é proponente de
ações práticas no uso da metodologia. É o caso do projeto Educom.rádio,
que virou política pública na cidade de São Paulo e hoje está presente
em todas as escolas municipais.
Peça fundamental para compreender como a educomunicação vem se
consolidando no país e quais o rumos futuros desse campo, seja na
educação, em movimentos sociais ou em organizações privadas, o professor
é convidado do I Fórum Paranaense de Educomunicação, que acontece nos
dias 15 e 16 de setembro na Universidade Positivo, em Curitiba-PR. Com a
conferência “Educomunicação: o conceito, o profissional, a aplicação”,
ele abrirá oficialmente o evento. Acompanhe a entrevista:
Ciranda – Qual o panorama do uso da educomunicação hoje no Brasil?
Prof. Ismar de Oliveira Soares – O conceito, desconhecido no ano 2000, passa a ter uma lei em 2005 em São Paulo. Entre 2005 e 2006 passa a representar um programa do Ministério do Meio Ambiente, em 2009 integra o Programa Mais Educação, do MEC, e hoje mais de 3.200 escolas do Brasil já desenvolvem trabalhos na linha de educomunicação. Então vamos percebendo que é uma aspiral crescente, que vai ampliando a presença em nível nacional. Isso não significa dizer que as instituições, pessoas, professores e especialistas têm o mesmo entendimento do que seja a educomunicação. Pelas práticas, leituras, debates os grupos dão uma interpretação específica da sua realidade ao conceito. Isso não cria um problema, pelo contrário, possibilita uma reflexão que vai se aprofundando em torno dessa prática. No entanto, o problema da relação entre educação e comunicação, ou educação e tecnologias, não está resolvido. Nós estamos nesse momento numa grande plataforma de lançamento do conceito e também de aprofundar as pesquisas a partir das práticas já existentes. Em 10 anos poderemos ter políticas públicas relacionada à educomunicação em todos os municípios brasileiros.
Ciranda – Em alguns textos o senhor aborda a reforma do Ensino Médio. Como a educomunicação pode contribuir nesse processo?
Prof. Ismar – Estamos entendendo que o Ensino Médio é o grande momento de facilitar aquilo que nos parâmetros curriculares se chama da área da expressão, das linguagens e suas tecnologias. Existe uma área específica do Ensino Médio que está muito restrita à Língua Portuguesa, mas que poderia ser um grande espaço de formação para esse estudante. Se olharmos o Ensino Médio existe um problema latente: falta de motivação dos alunos. 40% dos alunos que ingressam no Ensino Médio abandonam. E por outro lado apenas 13% tem alguma expectativa de usar bem os conteúdos para ingressar no Ensino Superior, e nós temos aí uma quantidade muito grande que se aproxima dos 40% de estudantes que, permanecendo no Ensino Médio, não sabem o que fazer com os conteúdos adquiridos. Neste caso, a educomunicação viria como um sopro de vida, permitindo primeiramente que o sistema de ensino olhasse para esse jovem a partir da realidade em que ele vive. O segundo fator é que a educomunicação trabalha com um elemento fundamental na sociedade contemporânea que é a auto-estima das pessoas e a possibilidade de elas adquirirem habilidade de expressão.
Ciranda – O I Fórum Paranaense de Educomunicação propõe a metodologia como ferramenta para se refletir e interferir em questões sociais, como enfrentamento à exploração sexual contra crianças e adolescentes. Como você avalia a educomunicação como forma de incidência e participação social?
Prof. Ismar – A educomunicação que a Ciranda e outras organizações estão desenvolvendo, ao ser coerente com o princípio educomunicativo que privilegia os saberes que a juventude adquire nas suas experiências somadas aos saberes que o mundo adulto já vem adquirindo, é possível fazer com que a juventude tome consciência de si própria, dos seus direitos, e possa se unir em torno de grandes objetivos que ela venha a construir. A educomunicação entra nessa perspectiva como facilitadora de tratamento de conteúdos de interesse do adolescente a partir de uma metodologia participativa e midiática.
Ciranda – A educomunicação já se consolidou como um campo profissional promissor?
Prof. Ismar – A possibilidade profissional é sempre decorrente de carências da mão-de-obra especializada em determinados setores. Diríamos tratar-se de uma plataforma em desenvolvimento. Na área pública a prefeitura de São Paulo acaba de contratar 20 educomunicadores para trabalhar com seus professores. Nesse momento está sendo discutida com a Associação Brasileira de Relações Públicas uma plataforma para trabalhar a educomunicação nos espaços corporativos. E isso a partir de um conceito chamado Economia da Criatividade. Hoje já se tem como certo que mais de 10% do PIB é gerado no Brasil a partir de iniciativas da chamada Economia da Criatividade. E educomunicação tem sido apontada em pesquisas recentes da própria USP como um dos campos em que isso é gerado. Então, no espaço do ensino, o conceito de educomunicação já existe e vai ampliar suas possibilidades de práticas profissionais, mas também vamos encontrar isso em outros âmbitos, como o Terceiro Setor.
Ciranda – Sabemos que várias instituições vêm lutando para que a educomunicação se consolide como política pública. Como o senhor vê isso?
Prof. Ismar – Uma política pública emerge de uma demanda entre as necessidades e possibilidades que se tem de atender a essas necessidades. Nesse sentido vemos que a criação de cursos, como a licenciatura na USP, ou como bacharelado em Campina Grande-PB e até possivelmente um curso à distância que a Universidade de Santa Catarina fará, permitirá que as políticas públicas encontrem uma relação adequada entre as necessidades e formas de atendê-las. Somente quando tivermos um equilíbrio entre esses pontos é que as políticas públicas ganharão força. Portanto, faz-se necessário que as universidades avancem, o que deve acontecer de forma coerente. Existe receio de que o conceito seja usado de uma forma inadequada, confundir a educomunicação como tecnologia educativa, por exemplo. É preciso caminhar com segurança, porém acreditamos que isso é possível através da vigilância da sociedade sobre o conceito, como o faz a Rede CEP.
O I Fórum Paranaense de Educomunicação acontece nos dias 15 e 16 de setembro, na Universidade Positivo, em Curitiba-PR. As inscrições
vão até o dia 2 de setembro. Realizado pela Ciranda – Central de
Notícias dos Direitos da Infância e Adolescência e pelo Ponto de Cultura
Educamídia, o encontro tem o objetivo de ampliar o debate e o
conhecimento sobre educomunicação no estado, além de possibilitar a
troca de experiências e pesquisas na área. A programação
conta com palestras, oficinas e apresentação de trabalhos acadêmicos. O
Fórum tem o apoio da Universidade Positivo, da Fundação Cultural de
Curitiba e do Ministério da Cultura, no âmbito do Programa Cultura Viva,
e é apoiado com recursos da Fundação Araucária.
Esta entrevista foi extraída do site http://forumeducom.com.br/
Postado por: Jorge Luis. Avaliado e Aprovado por: Anthony Souza.
IV Encontro Brasileiro de Educomunicação.
Entre os dias 25 e 27 de outubro de 2012 acontecerá em São Paulo (SP) o IV Encontro Brasileiro de Educomunicação.
Os objetivos do encontro estão voltados a propiciar um espaço para
que profissionais, pesquisadores e alunos de educomunicação de todo o
país possam dialogar e trocar experiências e informações sobre as ações e
pesquisas desenvolvidos na área.
Haverá a possibilidade de inscrição de trabalhos em painéis temáticos
de pesquisas e experiências no campo da educomunicação. Os resumos dos
trabalhos deverão ser enviados até 25 de agosto e os trabalhos completos até 30 de setembro. Haverá prioridade para trabalhos de autoria coletiva.
A proposta do encontro busca, ainda, definir políticas voltadas à
articulação de ações conjuntas que beneficiem e fortaleçam todos os
envolvidos e o próprio campo da educomunicação.
Durante o encontro está prevista, também, a realização da Assembleia dos membros da ABPEducom (Associação Brasileira de Pesquisadores e Profissionais em Educomunicação), entidade criada em 2011. Os participantes poderão conhecer as propostas da Associação e filiar-se a ela.
Mais informações no site do Departamento de Comunicações e Artes da ECA/USP.
(EducomuSp)
Postado por: Jorge Luis. Avaliado e Aprovado por: Anthony Souza.
Confira! Grandphone Vancouver - Miss Me
O videoclipe é um trabalho de TCC de Fernando Ventura, aluno de Arte e Mídia, e contou com a participação de alunos do curso de Comunicação Social da UFCG. Foi gravado na Avenida Maciel Pinheiro, uma das principais avenidas do centro de Campina Grande. Boa música, e um ótimo videoclipe. Parabéns aos produtores e todos que participaram!
Postado por; Jorge Luis. Avaliado e Aprovado por: Vivi Galvão
Qualquer um pode ser um gênio, diz especialista
Se você sempre quis ser um gênio em alguma coisa, veja algumas dicas para ser bem sucedido sem precisar ter um QI extraordinário
O escritor Garth Sundem é autor de diversos livros sobre a inteligência e o cérebro. Em uma de suas obras mais recentes, intitulada “Brain Trust”, Sundem conversou com centenas de cientistas sobre as habilidades e capacidades do cérebro humano e como podemos aproveitá-las ao máximo. De acordo com o psicólogo da Universidade da Califórnia, Dean Keith Simonton, uma das categorias de gênios é aquele com realizações excepcionais em determinada categoria.
Simonton explica que qualquer um pode ser um “Michelangelo” em alguma coisa. “Algumas vezes leva mais tempo que o normal para achar essa categoria”, ele diz. Mas se você ainda não a encontrou, continue procurando. Pois, uma vez que tiver encontrado, seja ela em qualquer área de atuação, “leva em torno de uma década de trabalho duro para que as pessoas consigam desenvolver o domínio de habilidades específicas”, diz o psicólogo.
Encontrar a sua especialidade pode levar tempo, mas é essencial para que você consiga ser bem-sucedido. Concentrar suas habilidades em uma ocupação específica é a chave. Essa descoberta não acontecerá de repente, como se caísse do céu, muito pelo contrário, você deve procurá-la naquilo que já faz bem. Ela pode ser relacionada à sua profissão ou à algum hobby praticado nas horas livres.
Ao encontrar sua categoria, saiba valorizá-la. Para ser um gênio, você não precisa escolher física quântica. Pode ser, por exemplo, em ocupações aparentemente mais simples - como a carpintaria -, mas que exigem a mesma aplicação e expertise.
(Universia Brasil)
(UFCG - Em dia)
Postado por: Jorge Luis. Avaliado e Aprovado por: Vivi Galvão
Câmara aprova 10% do PIB para a Educação
Comissão especial concluiu a votação do Plano Nacional de Educação (PNE). Se não houver recurso, texto seguirá diretamente para o Senado. Mercadante declara que meta será difícil de ser executada.
Em uma sala lotada de estudantes e de representantes de movimentos sociais, a comissão especial do Plano Nacional de Educação (PNE - PL 8035/10) aprovou a aplicação de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) do País em políticas do setor em até dez anos. O índice vinha sendo reivindicado por deputados da oposição e parte da base aliada do governo, além de representantes de entidades da sociedade civil.
Hoje, União, estados e municípios aplicam juntos cerca de 5% do PIB na área. Na proposta original do Executivo, a previsão era de investimento de 7% do PIB em educação. O índice foi sendo ampliado gradualmente pelo relator, deputado Angelo Vanhoni (PT-PR), que chegou a sugerir a aplicação de 8% em seu último relatório.
Um acordo feito nesta terça-feira (26) entre governo e oposição garantiu o apoio do relator aos 10%. Pelo texto aprovado, o governo se compromete a investir pelo menos 7% do PIB na área nos primeiros cinco anos de vigência do plano e 10% ao final de dez anos. A proposta segue agora para o Senado.
Flexibilidade
Oito destaques apresentados ao relatório de Vanhoni sugeriam mudanças na meta de investimento em educação. Pelo acordo, apenas a meta de 7% em cinco anos e 10% em dez anos foi colocada em votação. Autor do destaque aprovado, o deputado Paulo Rubem Santiago (PDT-PE) acredita que essa alternativa teve apoio do governo porque oferece flexibilidade na gestão orçamentária. Isso porque outras propostas previam metas intermediárias ano a ano.
Para o coordenador-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara, a aprovação dos 10% é resultado da pressão de entidades ligadas ao setor: "São dois fatores primordiais que garantiram que esse acordo fosse consagrado: o trabalho técnico de diversas instituições, que mostraram a necessidade dos 10%, e a mobilização popular".
Apesar de ter votado pelos 10%, Vanhoni voltou a afirmar que os 8% seriam suficientes para uma "melhoria significativa da educação no País". "Esse valor já daria conta dos grandes desafios da educação hoje, que são a incorporação das pessoas que estão fora do sistema e a melhoria da qualidade do ensino. Contudo, não compete ao relator ir de encontro a 99% da comissão especial", avaliou.
Difícil
O Ministério da Educação (MEC) divulgou nota informando que irá estudar as repercussões da proposta. De acordo com o texto, o ministro Aloizio Mercadante avaliou que o aumento do investimento será uma "tarefa política difícil de ser executada".
A pasta informou que vai estudar as implicações financeiras da proposta aprovada ontem e que aguarda a tramitação no Senado. De acordo com o MEC, ampliar os investimentos para 10% do PIB "equivale, na prática, ao longo da década, a dobrar em termos reais os recursos para a Educação nos orçamentos das prefeituras, dos governos estaduais e do governo federal".
"Em termos de governo federal equivale a colocar um MEC dentro do MEC, ou seja, tirar R$ 85 bilhões de outros ministérios para a Educação", disse Mercadante, segundo o texto divulgado pelo ministério.
Sanção
A proposta do PNE não prevê sanção no caso de descumprimento da meta estabelecida. Para o presidente da comissão especial, deputado Lelo Coimbra (PMDB-ES), "não há razão para se desconfiar, em princípio, da não efetivação das metas". "Um instrumento legal que cria uma referência de valores deve ser acompanhado e nós, aqui no Congresso, vamos fiscalizar a sua execução periodicamente."
O deputado Paulo Rubem Santiago afirmou que o cumprimento dos 10% ainda depende, além da aprovação no Senado, da pressão de movimentos sociais. "É preciso ter em vista que o Orçamento no Brasil é autorizativo. A efetivação dessas verbas ainda depende de mobilização ao longo dos próximos dez anos", alertou o deputado.
Destaques
Outro destaque aprovado nesta terça-feira foi a antecipação da meta de equiparação do salário dos professores ao rendimento dos profissionais de escolaridade equivalente. O relatório de Vanhoni previa o cumprimento dessa meta até o final da vigência do plano. O destaque aprovado, por sua vez, estabelece a equiparação até o final do sexto ano do PNE.
"Temos de evitar o abandono das salas de aulas por profissionais competentes. Uma remuneração justa para o magistério é condição básica para a melhoria do ensino", justificou o deputado Biffi (PT-MS), um dos autores do destaque. "É notório como os salários da rede pública de educação estão defasados. Os professores têm hoje a profissão mais desvalorizada do País", disse a deputada Fátima Bezerra (PT-RN), que também sugeriu a mudança.
A comissão especial aprovou ainda o prazo de um ano após a sanção do PNE para a aprovação da Lei de Responsabilidade Educacional. O projeto, que já está em tramitação na Câmara (7420/06), estabelece responsabilidades de gestores públicos na melhoria da qualidade do ensino. Ambos os destaques aprovados receberam o apoio de Vanhoni.
Rejeitados
Outros destaques colocados em votação, no entanto, foram rejeitados. Uma sugestão do PSDB antecipava do terceiro para o primeiro ano do ensino fundamental o prazo para a alfabetização dos estudantes. Já um destaque do PDT estabelecia um sistema nacional de gestão democrática, com a realização periódica de conferências e a criação e conselhos para avaliação das políticas do setor.
Outras propostas rejeitadas estabeleciam regras claras sobre as responsabilidades de cada ente federado na aplicação de verbas em educação. A autora de uma das propostas, deputada Professora Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO), argumentou que a União investe apenas 20% do total que é aplicado em educação no País. O restante fica a cargo dos estados e dos municípios. Para a deputada, a União deveria arcar com pelo menos 30% do valor global.
A divisão prévia de responsabilidades também foi defendida pelo deputado Ivan Valente (Psol-SP), que criticou a rejeição dos destaques. "Para atingir os 10% do PIB, a União tem de se comprometer mais, já que ela detém 70% da arrecadação fiscal do País", argumentou.
(Informações da Agência Câmara e Agência Brasil)
(UFCG - Em Dia)
Postado por: Jorge Luis. Avaliado e Aprovado por: Vivi Galvão
Festival Internacional de Música de CG terá concerto com temas de filmes famosos
Orquestra de Câmara da UFCG fará apresentação na tarde da próxima segunda no Teatro Municipal
Com um repertório composto por trilhas de filmes de grande sucesso do cinema, o concerto Música em Cena dará início, na próxima segunda, dia 2, no Teatro Municipal Severino Cabral, à programação do III FestivalInternacional de Música de Campina Grande.
Embora a solenidade de abertura esteja marcada para as 20h do mesmo dia, o Concerto para Juventude será apresentado à tarde, a partir das 15h, pela Orquestra de Câmara da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), com a participação de músicos convidados.
Temas de filmes famosos, como Missão Impossível, Harry Potter, Piratas do Caribe, Zorro, Forrest Gump e Cinema Paradiso estão entre as obras que serão executadas.
O Festival Internacional de Música de Campina Grande será realizado de 2 a 7 de julho, com a participação de músicos do Brasil, Argentina, Áustria, Coreia, Estados Unidos, França, Inglaterra, Israel e Itália, e cerca de 140 alunos de todo o país.
Este ano, a programação será descentralizada. Além dos concertos diários no Teatro Municipal Severino Cabral, também serão realizadas apresentações na UFCG, na Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), na Facisa e no Mosteiro das Clarissas.
Na UEPB, o quarteto brasileiro Quaternaglia Guitar e os músicos Jean Márcio Souza e Rodrigo Melo se apresentam na terça, dia 3, o auditório da Biblioteca Central, no campus de Bodocongó, às 15h.
Na quinta, dia 5, Jean Márcio Souza e Rodrigo Melo se apresentam no auditório da Facisa, enquanto a pianista Eudóxia de Barros e a Orquestra de Contrabaixos Tropical tocam no auditório da Unidade Acadêmica de Arte e Mídia da UFCG, também às 15h.
No Mosteiro das Clarissas, localizado no Parque do Açude Novo, as apresentações acontecem sempre às 19h: o Quinteto Sopro Novo Yamaha e o Quaternaglia Guitar Quartet na terça, dia3; Eudóxia de Barros e as americanas Kathy Kessler Price (soprano) e Karen Murphy (piano), na quarta, dia 4; Ângela Perazzo (violino), Moisés Pena (oboé), Heleno Costa (fagote) , Edmundo Hora (cravo) e a Orquestra de Contrabaixos Tropical na quinta, dia 5, e a pianista coreana Hye-Youn Park, com o Coro de Câmara de Campina Grande e Orquestra de Câmara dos alunos do festival, na sexta, dia 6.
Em todas as apresentações, a entrada é gratuita.
O Festival Internacional de Música de Campina Grande é uma realização conjunta da UFCG, UEPB, Fundação Parque Tecnológico da Paraíba (PaqTcPB) e Fundação Universitária de Apoio à Pesquisa, Ensino e Extensão (FURNE), com apoio de entidades culturais públicas e privadas da região.
Confira aqui a programação completa.
(Kennyo Alex - Ascom/UFCG - 28.06.12)
(UFCG - Em Dia)
Postado por: Jorge Luis. Avaliado e Aprovado por: Vivi Galvão
Possíveis Temas para a Redação do ENEM 2012
Levantamento ajuda preparação dos candidatos; prova será em novembro.
Bullying, desigualdade social e meio ambiente são alguns dos temas cotados para cair na redação do próximo Enem, de acordo com levantamento divulgado nesta quarta-feira, 23, pelo portal Universia Brasil. A lista inclui ainda tópicos como desarmamento, participação política e violência no trânsito, entre outros.A relação foi feita pela professora Cida Custódio, do cursinho Objetivo. Segundo ela, o exame cobra assuntos relacionados ao universo jovem, o que de certo modo facilita a vida do candidato. No ano passado, por exemplo, a prova pediu aos estudantes que escrevessem sobre "Viver em rede no século 21: Os limites entre o público e o privado".A redação é parte fundamental do Enem, tanto pela característica da proposta quanto pelas polêmicas em torno das notas. A partir deste ano, o Inep, que organiza o exame, promete ser mais criterioso na correção.Os candidato fazem a redação no segundo dia do exame, junto com mais 45 questões de Linguagens e Códigos e outras 45 de matemática. O texto deve ser dissertativo-argumentativo, ter no mínimo 7 e no máximo 30 linhas e não pode fugir do tema. Diferentemente de outros vestibulares, o candidato precisa escrever uma intervenção à problemática do tema.Segundo a gerente de conteúdo do Universia, Alexsandra Bentemuller, a lista de temas prováveis visa a estimular o candidato a buscar referências. "É importante que ele leia jornais e revistas, veja filmes, informe-se sobre os assuntos, para que se sinta mais confortável e apto a realizar a atividade."Alexsandra, no entanto, lembra que o material não garante que o Enem cobrará um dos dez temas apontados pela professora Cida. A dica, então, é ficar ligado às questões da atualidade, no Brasil e no mundo. "Estudar para o Enem ou qualquer outro vestibular exige motivação, objetivos claros e estratégia."O próximo Enem está marcado para os dias 3 e 4 de novembro. Confira abaixo os 10 temas que podem cair na prova de redação:1. As questões ambientais2. Bullying3. Violência nas escolas4. Violência no trânsito5. Participação política6. Álcool x Trânsito7. Desarmamento8. Desigualdade social9. Esporte como fator de inclusão social10. Comportamento jovem nas mídias sociais(Estadão)(UFCG - Em dia)
Postado por: Jorge Luis. Avaliado e Aprovado por: Vivi Galvão
Microsoft lança a So.cl, rede social voltada para estudantes
Com o lema “Aprender e compartilhar como nunca antes”, a Microsoft colocou no ar, no dia 20 , a própria rede social, a So.cl – apesar da falta de vogais, pronuncia-se “social”. O site se define como “uma nova experiência de pesquisa voltada para ajudar a conectar estudantes com interesses comuns”.
Até agora, o So.cl foi aberto apenas para convidados e, por isso, muitos detalhes são desconhecidos do público. Um vídeo explicativo presente na plataforma, no entanto, reforça que a rede se organiza em torno de buscas – não por acaso ela foi desenvolvida pela Fuse Labs, laboratório de pesquisa da Microsoft e conta com o suporte tecnológico do Bing, buscador também da empresa de Bill Gates que tenta fazer frente ao Google.
Ainda de acordo com o site, a rede social permite que o estudante faça uma pesquisa e os resultados, que podem ser páginas da web, imagens e vídeos, são organizados automaticamente pela rede e compartilhados no mural do usuário de maneira visualmente atraente. Em princípio, todas as buscas feitas na rede são públicas, mas o dono do perfil pode optar que sua pesquisa não seja disponibilizada para outros usuários.
A conta no So.cl pode ser sincronizada com o Facebook o que, aparentemente, demonstraria uma não concorrência com a maior rede social do mundo.
“O site foi desenvolvido para dar a estudantes a habilidade de trabalhar com os colegas, compartilhar informações de maneira rápida e construir suas páginas com informações vindas de dentro e de fora da sala de aula – transformando a web e as redes sociais em uma sala de aula”, disse a Microsoft em dezembro passado, quando a empresa anunciou que estava desenvolvendo a plataforma.
O site oferece também uma ferramenta de compartilhamento de vídeos e facilita a conferência de grupos. É possível fazer buscas e rapidamente reunir uma lista de vídeos para o estudante ver com os colegas.
O projeto ainda funciona de forma experimental com a participação de instituições selecionadas, como as universidades de Washington, Syracuse e Nova York. Os que não estão nesse círculo inicial e desejam fazer parte devem ser convidados por alguém que já faça (como o Orkut fez em seu começo) ou se inscrever pelo site. Por enquanto, após o cadastro, o usuário recebe a mensagem de que foi inserido em uma lista de espera. O Porvir está inscrito desde segunda-feira, 21 de maio, e aguarda a liberação da Microsoft para fazer parte.
(Estadão)
(UFCG - Em dia)
Postado por: Jorge Luis. Avaliado e Aprovado por: Vivi Galvão
ENEM deste ano vai ter maior rigor na gestão de riscos, afirma ministro
O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2012, que teve as inscrições abertas nesta segunda-feira, dia 28, e a paralisação dos professores nas universidades federais foram os temas de destaque na participação do ministro da Educação, Aloizio Mercadante, no Bom Dia, Ministro desta sexta-feira, 25. O programa radiofônico é produzido pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, em parceria com a Empresa Brasil de Comunicação.
O ministro explicou as mudanças efetuadas para garantir a segurança no Enem deste ano, como o aumento do rigor na gestão dos riscos. “Embora não tivéssemos nenhum problema de logística na aplicação do Enem em 2011, triplicamos os itens de checagem na gestão e na logística para este ano”, afirmou. “Antes, eram 1,2 mil itens; agora, serão 3.449 pontos monitorados.”
Mercadante ainda destacou as mudanças nas normas de correção da redação, com critérios de mais objetividade para evitar discrepância nas notas finais entre os diferentes corretores.
Carreira
Quanto à paralisação na rede federal de educação superior, Mercadante reiterou que considera antecipada a greve de professores nesse momento. Para ele, ainda há tempo para negociar a reestruturação da carreira da categoria. “Não há prejuízo material aos professores. O orçamento só irá para o Congresso em final de agosto”, lembrou. “Então, ainda há tempo. Por que uma greve em maio?”
De acordo com o ministro, o governo fará o esforço necessário para melhorar a remuneração dos docentes. “Mas nesse momento é preciso saber como deve ficar o cenário macroeconômico no Brasil diante da crise mundial para definir todo o quadro do funcionalismo”, acrescentou.
Pré-escola
A construção de creches e pré-escolas para crianças até seis anos, prevista no programa Brasil Carinhoso, foi outro assunto abordado por âncoras de emissoras de rádios de todo o Brasil. “Temos 5 mil creches sendo construídas em todo o Brasil”, destacou Mercadante. “E todos os prefeitos que tiverem creches, inclusive conveniadas, receberão antecipação do Fundeb [Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação] e aumento de 66,7% na merenda escolar.”
(MEC)
(UFCG - Em Dia)
Postado por: Jorge Luis. Avaliado e Aprovado por: Vivi Galvão






Greve noite e dia
Postado por: Jorge Luis. Avaliado e Aprovado por: Anthony Souza.